Hoje eu vou fazer um post diferente, mas dentro do mesmo tema. Um tema que, na verdade, nem era a idéia original, mas que acabou sendo o foco deste blog: o marketing de guerrilha. O conceito dessa “nova” modalidade do marketing é bastante amplo. Diz respeito a ações realizadas através de métodos não-convencionais de divulgação, a fim de promover uma marca (e/ou produto), que chamem a atenção da imprensa e do público-alvo da mesma. Normalmente, é uma técnica de baixo custo que, inicialmente, era utilizada por empresas que não possuem tantos recusros. Mas isto era inicialmente.

No mundo moderno, um americano vê cerca de 1,5 mil propagandas diariamente. A tão famosa ‘poluição visual’ diminuiu a eficiência das peças publicitárias, fazendo surgir uma necessidade por formas alternativas de comunicação. Assim, mesmo as empresas mais tradicinais e de grande porte estão fazendo uso de ações diferenciadas para se destacar, chamar a atenção do consumidor e fixar sua marca na mente dele. Esta missão fica, cada vez mais frequentemente, por conta do nosso querido marketing de guerrilha.

Por ser uma técnica que preza pela criatividade, ousadia e inteligência - ao invés das cifra$ - ele requer um planejamento mais bem elaborado. As iniciativas devem ser muito bem pensadas (e repensadas) e executadas com bastante cautela, a fim de evitar imprevistos. O marketing de guerrilha lida diretamente com a imagem do cliente. Imagem esta que precisa ser passada de maneira positiva para poder conquistar a simpatia do consumidor e gerar, assim, o resultado desejado.

Acredito que não será necessário dar exemplos de campanhas bem sucedidas, pois este blog está repleto delas, mas gostaria de citar um caso em que “o tiro saiu pela culatra”. A Mattel, fabricante da boneca Barbie, achou que seria interessante pintar uma rua inteira de rosa para promover um novo modelo do brinquedo, mas não foi. Muito pelo contrário. Os moradores se irritaram com a idéia e julgaram que seu espaço foi invadido, gerando empatia por parte dos consumidores.

Por isso, é essencial que as ações de guerrilha sejam analisadas minunciosamente antes de sua execução. Uma falha pequena pode acarretar na (des)construção de uma imagem que não corresponde à realidade da empresa, e que poderia, muitas vezes, ter sido evitada com um bom planejamento.

* É isso. Espero que tenham gostado!

4 Responses to “Variações de um mesmo tema: o marketing de guerrilha”

  1. Says:

    Oi Marketrix,

    Li seus comentarios no meu blog o www.ohanauau.blogspot.com

    Valeu…Passa por la…

    O seu em breve estara linkdo por la… O que vale é interagir…

    Se eu passo dias sem visitar minha lista de blogs ja me sinto desinformado..

    Auahuahu

    Uau!

  2. Says:

    E eu que nem li Jay Conrad ainda…

    Abraços!

    Rafael Amaral.
    www.semrotulo.com

  3. Says:

    Muito legal, Marketrix!

    Realmente o marketing de guerrilha pode ser um tiro no pé do anunciante. Vide o recente caso da Citroën e o seu asteróide.
    Mas cases como o do Nine Inch Nails, fazem a gente querer investir nesse tipo de abordagem.

    Belo post!

    Matt
    www.30segundos.com.br

  4. Says:

    Belo post!!!

    Abraço!!!

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